segunda-feira, 25 de julho de 2011

RIP

Mas se Amy Winehouse tivesse perguntado no dia de sua morte, o que ela cantou tão lindamente na canção Will you still love me tomorrow a resposta de milhares de pessoas no mundo inteiro se uniria numa única voz: Yes, Amy, We always will.
falar sobre a morte de Amy? Culpar as drogas, as bebidas, os excessos, o sucesso, a solidão? Mas essas coisas  todas também faziam parte do que ela era, autodestrutiva e com uma voz do caralh* que cantava com todo o seu ser toda a sua dor - e que mesmo com sua voz não teria sido quem foi sem sua personalidade. 
Existe uma história em que um ser superior pergunta à um escritor o que ele preferiria, se mais quarenta anos de vida ou uma grande e magnífica história. Ele escolhe a história. E se torna imortal. Será que Amy fez sua escolha? Será que foi a melhor escolha? Será que ela preferiria morrer aposentada e anônima aos 67 anos? Ninguém nunca poderá responder a essas perguntas. Nos restam as reminiscencias e as canções perfeitas com as quais ela nos presenteou.
Agora, santifique-se a Amy e seus -apenas- 27 anos - não é isso o que a morte faz?
R.I.P Amy.

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