Desde que eu ouvi uma versão do Yellowcard da música Don’t you forget about me, senti muita vontade de ver o filme The breakfast club. Ver o filme e encontrar as falas no contexto foi, simplesmente, muito legal. Não é mesmo incrível que os dramas dos jovens dos anos 80 não sejam quase nada diferentes dos atuais? E não é mesmo interessante saber que, no fim, embora todos estejamos um pouco perdidos em determinados momentos da vida, sempre encontramos algo que nos une e nos torna menos perdidos.
Cinco jovens - a brain, and an athlete, and a basket case, a princess and a criminal – passam o sábado em detenção presos na escola e tem que escrever uma redação sobre quem eles são. Durante as oito horas que eles tem presos juntos, tudo pode acontecer – e acontece.
Um dos melhores diálogos do filme acontece entre as garotas e fala do dilema que todas as meninas enfrentam, eventualmente:
-It’s kind of a double out sword, isn’t it? If you say you haven’t, you’re a prude. If you say you have, you’re a slut.
-Doesn’t it bother you to sleep around without being in love? Don’t you want to get respect?
-I don’t screw to get respect, that’s the difference between you and me.
‘Minha personagem’:
Alice, the basket case:
I’m not a nymphomaniac, I’m a compulsive liar.
Algo interessante pra pensar um dia desses:
We are going to write an SA? No less than a thousand words describing who you think you are.
Nenhum comentário:
Postar um comentário