Melhor musical que eu já vi. Lisa Minelli é linda, Sally Bowles – sua personagem, dramática, complicada e egocêntrica, certamente o Ryan Murphy se inspirou nela pra criar a Rachel Berry em Glee, mas voltando ao filme, certamente muitos outros musicais tem um pouco dele. Eu sinto muita vontade, inclusive, de recortar o que eu escrevi sobre Burlesque e colar aqui porque as observações são as quase as mesmas.
Enfim, Cabaret é tão legal, tão cheio de vida, Sally é tão cheia de sonhos, mesmo quando ela conhece Brian e acredita que ele seja o amor de sua vida, ela ainda sabe o que quer e aonde ir. Se é o caminho certo e o que ele trará – se ela será feliz ou não, se terá sucesso e se o sucesso valerá mais que o amor e a cabana que ela não quis, quem sabe o que diabos a droga da vida significa ou pode trazer?
Se a felicidade é estar sempre ébrio e inebriado nas alegrias efêmeras dos amores fáceis ou se a felicidade é estar em casa nos mesmos braços da mesma rotina. Será que existe ser feliz ou apenas estar feliz? Faz diferença? é que me preocupa se a embriaguez não é só uma forma de ludibriar a melancolia de existir. Mas acho que é só o meu dente do juízo nascendo. Sim, por incrível que pareça.
Depois de tantas delongas, indico Cabaret pra todo mundo que ainda tem algum sonho.
But I do what I can, each by each, mille by mille, man by man - IAHSEOIUHAS


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