Primeiro deixa eu dizer que, qualquer outra mulher no mundo, que não a Mia Farrow ficaria horrível com aquele cabelo, não foi à toa que ela foi a escolhida pra interpretar a mulher que deu à luz o filho do diabo. Por que será que sempre colocam morenas pra serem a virgem Maria e colocaram uma loira pra fazer a mãe do menino mau, hein, tem que ver isso aí, depois dizem que a arte é um jeito de vencer preconceitos, como se não fosse ela que os começa, na maioria das vezes.
Enfim, no filme, Rosemary é casada com um ator meio loser, o Guy, quando eles se mudam pra esse apartamento antigo e conhecem os vizinhos velhos e estranhos, os Castevetes. O que parecia apenas uma amizade exagerada, acaba se tornando um complô contra a pobre Rose, que é a personagem mais doce e paciente, ever.
Primeiro o seu marido começa a fazer sucesso e tudo começa com a cegueira do cara que iria interpretar o seu papel numa peça. Depois disso, o único amigo de Rose entra em coma, misteriosamente, antes de encontra-la pra contar um segredo.
Mas é só depois de meses de dores excruciantes, lá no final do filme que Rosemary descobre o complô e tenta fugir. Só que ela não pode fugir do que carrega consigo. O que ela fará com o demônio dentro de si?
Um bom filme. A trilha-sonora e a época em que foi filmado servem pra tornar o conflito da história mias real e angustiante. A cena do ritual em que ela é engravidada pelo demo também é muito interessante, com as alucinações e tal.
P.S: que bom que inventaram a camisinha porque quantas vezes a gente acaba fazendo coisas que não deve com seres do mal. O diabo, na vida real, não é tão feio como o pintam ;*
P.S.S: Curiosidades sobre o filme (bem macabras, mesmo.)

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