segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Três é demais

O nome é uma obviedade, mas o que acontece nos relacionamentos é fatalidade – dificilmente os pares são mesmo dois, pronto falei. Gostei bastante do filme, quem nunca teve um amor platônico por um professor ou professora do colégio – no meu só tinha professoras e professores feios, mas ainda assim, na oitava série eu tive um professor de geometria que me rendeu minha primeira nota cinco. 
Max Fisher é um aluno meio alienado das aulas que compensa nas atividades extra-classe – participando de um monte de clubes e coisas e escrevendo peças de teatro. Ele apaixona-se por uma professora da sua escola, Rosemary, mas ela apaixona-se por seu amigo Blunt e depois de várias confusões ele acaba expulso. A partir daí a vida de Max descarrilha totalmente e ele precisa se encontrar pra encontrar algo – um sentido na vida, um amigo de verdade, um amor.
P.S: A trilha-sonora do filme é ótima.

Um diálogo entre Max e Blunt que é uma lição de vida:

I was going to try to make that tree over there fall on you.
That big one?
Yep
That would have flat me like a pancake. What stopped you?
What’s the point? She loves you.

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