Smurfs – O filme.
Tinha esquecido como é realmente bom assistir um filme do qual você é realmente familiarizado com os atores e gosta mesmo do enredo. Os smurfs é o tipo de filme que te leva de volta pra casa. Os bichinhos azuis que eu via no kinder ovo quando era criança – e o kinder não era exorbitantemente caro, assim como também não vinham quebra-cabeças de surpresa, que são a coisa mais sem graça do mundo – de repente estão lá na tela, se mexendo, vivendo seus draminhas, fugindo do feiticeiro do mal que quer roubar a essência azul deles, o Gargamelo e o gato Cruel que é quase mais perigoso que o Gargamelo por ser bem mais inteligente.
A história se dá graças ao Smurf Desastrado que um belo dia acaba pegando o caminho errado e entra numa passagem do além acabando em Nova York. Lá ele acaba junto com o papai Smurf, a Smurféti, o Smurf Genio, o Smurf Ranzinza e o Smurf Arrojado na casa de Patrick e Greice – os queridos Barney de HIMYM e Emma de Glee, respectivamente, claro – onde eles vivem as maiores aventuras, afinal, estão longe dos seus cogumelos.
Um filme muito, muito querido, pra rir em várias partes e pra chafurdar em nostalgia em outras afinal, pra isso serve não ter mais quinze anos... haha.
P.S: Beijos pro pessoal da PP que disse que eu parecia morar em um cogumelo, graças aos Smurfs isso não parece nada ofensivo ;*
P.S.S: IASHEIASHEA
Férias frustradas 2
Muito muito engraçado. Sabe aquelas férias super idealizadas nas quais dá tudo errado? Então. Os Griswald, uma família classe média comum americana, ganha num programa de teve por pura sorte uma viagem pra Europa. Clark é o pai atrapalhado e ingênuo da família e encarregado de ficar o tempo todo arrastando os outros pra um monte de programa de índio, ops, programa turísticos. Audrey é a filha gordinha que só pensa no namorado e em como vai sobreviver duas semanas sem ele – não me lembro de ter tido essa fase, mas né. Russ é o irmão que tá sempre com os fones de ouvido e pensando em uma maneira de se dar bem – o que, por incrível que pareça acontece. E claro, a mãe da família Ellen, que é uma querida, como toda mãe, uma diplomata nata.
Teve uma ou outra vez que até me deu saudade da minha família e de todos os atrapalhos deles. Enfim, os mal entendidos por causa da língua são a melhor parte; como quando eles estão num restaurante e são xingados de todas as maneiras por um garçom arrogante – sabe que eu não tinha pensado nos franceses por esse ângulo – e também quando eles vão visitar uns parentes na Alemanha e se hospedam na casa errada, ninguém entendendo ninguém – na minha cabeça os alemães sempre eram o povo mais do mau que o francês, sei lá, preconceito decerto, olha o nazismo de onde veio.
Ah, claro, e os americanos são retratados como aquelas pessoas sem jeito que são incapazes de admirar as coisas sem deturpá-las ou consumi-las ou etc e blá. Mas, no fim, eu ia achar legal fazerem um filme de uma família brasileira fazendo algo assim. Ou não, ia acaba sendo um lixo. Enfim, bom filme. Mesmo, mesmo.


USUIHASHAS Um dia me leva pro mundo dos Smurfs onde tu mora? P.S: eu não gostei do filme (:
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