quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Charlie Barlett

Sabe todos aqueles filmes adolescentes do estilo besteirol? E todos aqueles do estilo comédia romântica? E todos aqueles de juventude transviada? Então, Charlie Bartlett – um grande garoto, não se encaixa em nenhuma dessas definições, embora traga um pouco do ingrediente de todos eles.
Charlie tá no ensino médio e tem problemas de relacionamento em casa, a mãe tem depressão e o pai foi preso(!). Ele é expulso da escola particular por distribuir carteiras de identidade falsa para os colegas – numa tentativa de ser popular.  Então, Charlie acaba na escola pública, onde apanha, é rejeitado, sofre todas aquelas coisas que todo adolescente sente arrepio só de pensar porque nessa fase parece que o que os outros pensam da gente é a coisa mais importante do mundo – infelizmente a maior parte do tempo a gente ainda pensa muito nisso, é perturbador, mas enfim, nosso herói acaba descobrindo uma maneira de ser popular e fazer amigos e ser querido com a ajuda do seu psiquiatra (sem que ele saiba, claro) ele revende pros colegas remédios psiquiátricos: Prozak, Zoloft, Xanax, Ritalin...
Afinal, como ele mesmo diria: Dar remédios pra adolescentes é como abrir uma barraca de limonadas no deserto.
P.S: a namoradinha do Charlie, Susan canta uma versão tri querida de If you wanna sing out, sing out do Cat Sevens.

Phrase:
For those of you with trouble, for those of you feeling scared or confuse or angry remember: you are not alone. 

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