quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Deixa ela entrar

Mais um filme de vampiro. Virou moda. Infelizmente eu não nasci em uma época em que as pessoas estivessem fissuradas, sei lá, em sexo ou arte... Enfim,  Deixa ela entrar conta a história de uma vampirinha de 12 anos e um menino que “se apaixona” por ela – por mais precoce que pareça. Idade cretina pra se tornar vampiro não é mesmo? Bem, se algum vampiro estiver lendo isso me morda agora ou até eu fazer 23 depois eu já não quero, obrigada. Voltando ao filme, não acontece nada de extraordinário, um pouco de ação, um pouco de suspense, umas partes meio bizarras, mas nada demais. Uma coisa interessante pra observar é como os autores deturpam, deformam, exploram, transformam as coisas de tal forma a elas perderem totalmente a essencial – o funk carioca era um gênero de fundamento nos EUA há muito tempo, enfim – e assim acontece com os vampiros. Não que nesse filme aconteça muito, exceto pela cena em que a menina quase morre de hemorragia porque ele não convida ela pra entrar e ela invade – o que ainda me rendeu uma piada cretina de: pelo menos vampiros nunca entram de penetras em festas. Agora outras histórias em que o sol não mata e eles são vegetarianos parece meio demais. Sei lá. Talvez eu seja meio preconceituosa, tem tanta história onde pessoas voam, de acordo com o que eu disse antes o Super-homem não existiria. É só que, os vampiros eu acho que foram inventados pra meter medo nas criancinhas, não pra alimentar sonhos adolescentes.
Bem, galere, indico o filme pra quem gosta de vampiros modernos e um pouco de suspense.
P.S: saca que o contraste entre uma carinha inocente e a maldade pura lembra um pouco A Órfã também, bons tempos os que a gente acreditava que o mal era um ser horrendo, né? infelizmente, ele nos rodeia, está dentro do nosso próprio coração.

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