sexta-feira, 23 de setembro de 2011

O homem que matou o facínora

Sabe aqueles filmes do velho oeste com saloons, homens armados e cavalos e carruagens e mulheres bonitas pra todo lado? Bem, talvez faltem um pouco de alguns desses elementos em “O homem que matou o facínora”, mas o clássico com John Wayne é mesmo muito interessante.
No filme, o senador Rance e Haillie voltam à velha cidade do oeste onde viveram a grande aventura de suas vidas ao lado de um grande homem – que me lembra muito o meu vó, que Deus o tenha, aliás, que tenha os dois, porque, né? – Tom Doniphon, no qual ele matou o facínora, bandido e desprezível Liberty Valance. Rance conta a história à um repórter, conta detalhes também, conta a eterno conflito entre a violência e o conhecimento, ele, como advogado, preferia o conhecimento – o que fez com que ele ficasse com tudo o que era de Tom, mas que se não fosse por Tom, poderia ter sido nada. No fim, a violência, assim como a sedução ou a fuga são respostas imediatas às perguntas intrínsecas às nossas vidas, elas não servem à longo prazo. Mas sempre serve pra hoje. E como diria o Millôr, nenhum problema é grande o suficiente que não caiba no dia seguinte, mas acho que perdi o fim da meada.
Enfim, grande filme – literalmente, uma hora e cinquenta e oito minutos.
P.S: Shinbone Star é um nome muito legal pra jornal, né? Talvez eu faça uma tag com esse nome, embora eu não tenha nada pra dizer que não caiba nas tags que já existem... Nanan
P.S.S: Uma noite dessas, eu sonhei que o Cléber tava passando um filme do John Wayne pra gente assisti na aula, mas eu tenho certeza que nessa época, o John não existia na minha vida, foi meio assustador. Decerto eu vi algo à respeito e não lembro porque ele andava à cavalo no meu sonho – o John, claro, não sei se teria imaginação pra vê o Cléber num cavalo, até porque às vezes ele age como um, mas é melhor eu parar de falar assim, do contrário eu posso pegar exame. Beijos;*

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