À medida que eu fui desistindo da minha vida social – por N reasons – fui descobrindo a sétima arte como a oitava maravilha do mundo. Mas como a internet nem sempre colabora e a locadora fica longe, volta e meia eu acabo à mercê dos filmes que me passam. O de hoje foi Anjos e Demônios, inspirado no livro do Dan Brown, grande sensação literária da década passada.
Parece que foi ontem que eu li O código da Vinci por indicação da tia da biblioteca, numa época em que ela era a pessoa mais culta que existia no mundo pra mim. De lá pra cá muita coisa aconteceu, mais uns trinta livros do Dan Brown devem ter sido lançados e blá. Só li o da Vinci e o Anjos e Demônios, depois não pensei mais no tio Dan.
Voltando ao filme, é bem interessante, no fim, esse tipo de narrativa, cheia de mistérios, paixões, simbologias, segredos, ocultismos, aventuras, perigos, mortes, coisas mirabolantes e não sei o quê sempre serão interessantes se forem bem exploradas, afinal, a gente sempre procura na arte essas coisas que não encontra em nossas vidas medíocres de classe média.
Mas a minha impressão do filme é: afinal: o que o tempo quer da gente, o que sobre, pra que tudo isso, no fim... ver o carinha acima e lembrar dele em Moulin Rouge e Trainspotting fez com que eu reparasse que um dia desses eu vou acordar e ter (mais de?) trinta anos. E não vai ser legal se eu tiver o mesmo estilo de vida que eu tenho hoje.
(post escrito há mais de dois meses, crise existencial superada e vários filmes angariados, beijos;)
(post escrito há mais de dois meses, crise existencial superada e vários filmes angariados, beijos;)

Nenhum comentário:
Postar um comentário