O comovente filme sobre uma cantora francesa, seu talento inegável e seu flerte com o álcool – afinal, essa dobradinha não é inédita pra arte não é verdade... A arte e a sua atração quase sempre fatal com as drogas, o álcool, os conflitos todos, a solidão, ah, a arte, enfim, não é a toa que os artista são sempre pessoas especiais, pelo menos os artistas de verdade, os que tem alma para algo, como Edith Piaf tinha para a musica e como a musica foi a sua vida, assim como foi a de muitos, (RIP a Amy Winehouse).
Sem seguir uma lógica cronológica o filme vai e volta no tempo, em altos e baixos da carreira de Piaf, sua infância pobre, sua carência afetiva – amou muito um homem casado e casou-se com outro, sua fragilidade de saúde e seu coração enorme do tamanho de sua imprudência, se jogando no álcool e na musica, como fica claro na frase:
Está brincando com a sua vida... E dai... preciso brincar com alguma coisa.
Fazem de Piaf uma grande estrela e sua história um grande filme. Ah, ela deixou uma filha órfã em nome de uma futura plateia órfã, bonito isso não? Não, nem sempre tem que ser uma escolha.
Uma frase com a qual eu me identifiquei muito e que eu vou “roubar” pra mim:
Não há nada pra mim aqui, sou triste pra eles e são imbecis pra mim...


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