quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Dois comentários em dois filmes irrelevantes

Os pinguins do papai

Os pinguins do papai é só mais um filme do Jim Carrey – que, exceto por Brilho eterno de uma mente sem lembranças são todos no mesmo estilo. Não que Popper. Alguém lembra o que eu falei sobre Friends with benefits e de como os filmes iludem as pessoas? Talvez a sétima arte engane ainda mais a gente em outro sentido: faz com que a gente acredite que fazer o bem e dar valor à família e etc e blá podem trazer algo bom profissionalmente. Não é o que acontece. Thankfully, eu terei uma vida razoavelmente confortável fazendo o que eu gosto. Ser caminhoneira, claro. No filme, Popper recebe do seu pai morto, mas sempre mesmo em vida, ausente, um pinguim e depois, mais cinco pinguins e, no fim do filme ele tá com oito. Mas com a família junto. Ah, e claro o emprego.
P.S: Vanilla Ice tá no soundtrack, como seria legal se voltasse a ser hit, ai que saudade dos anos 90 (!).

Welcome to the dollhouse

Or what it really feels like to be a nerd. Dawn, menina do filme é a coisa mais estranha e feia e fracassada do mundo – é mesmo difícil não gostar dela. Com uma irmã mais nova perfeita, sem amigos na escola, com óculos no melhor estilo fundo de garrafa, sem o menor senso estético e sem nem mesmo ir, extraordinariamente bem na escola, como vende-se o estereótipo de nerd, hoje em dia.
Dawn se apaixona pelo vocalista lindo da banda do irmão mais velho – sem ter a menor chance, claro. O que não a impede de sonhar e dispensar o quase namoradinho delinquente que ela arruma na escola, que na verdade é um menino que promete estupra-la no começo do filme.
Welcome to the dollhouse é legal, mas me pareceu um filme sem clímax, sem um desfecho – SPOILER ALLERT – ele acaba sem um final, parece apenas uma introdução ao resto da adolescência miserável da pobre Dawn. Resumindo: o filme é um lixo.

P.S: A trilha-sonora é legalzinha;*

Nenhum comentário:

Postar um comentário