O livro parece infantil de tão querido e cheio de obviedades, mas a autora é Kathleen Keatin, uma psiquiatra e tem como ideia o leitor ter a sua própria experiência como terapeuta do abraço. Menciono ele – só pra me desculpar por minha vontade gratuita de sair abraçando as pessoas às vezes.
Afinal, pessoas, o livro diz que abraço é melhor que álcool (acho que depende o abraço e de quem o abraço é que tipo de álcool, mas né). Enfim, não pude deixar de pensar algumas coisas meio maldosas, não que eu acredite necessário comentá-las com a ilustração ao lado.
Falando sério agora, ás vezes quando eu vejo uma pessoa que não tá muito bem eu sinto muita vontade de dá um abraço, assim como ás vezes eu gosto de receber abraços também. Abraços são bons, descansar os medos, as angústias, as – por que não – alegrias nos ombros de outra pessoa, pra isso serve um abraço - pra todas as coisas também. Porque não importa se você tá numa pior ou numa ótima, no fim, estamos juntos.
Então, quem quer um UPA?


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