Quem diria que um dia um filme do Larry King acabaria na minha lista de filmes para rever antes de morrer. Aconteceu com Whatever Works do Woody Allen. O filme conta a história de Boris, um cinquentão mal humorado e em crise constante e que não acredita na humanidade, um cretino, sem querer ofender, acredito que se eu fosse mais culta seria bem parecida com ele – eu sou descrente e amargurada, mas ainda não to velha (independente) o suficiente pra não acabar no psiquiatra quando deixo transparecer muito esse lado das coisas perto da família. Deve ser por isso que eu procrastino tanto visita-los.
Enfim, voltando ao filme, Boris é um físico aposentado, hipocondríaco que mora sozinho até o dia em que aparece Melody, uma loira burrinha – meio deslumbrada, quase estupida, com uma alegria de viver meio indecente até - e que acaba mudando a vida de Boris e casando com ele. E tudo vai bem até aparecer a mãe dela.
Na real, acredito que o melhor do filme são os discursos infinitos do Boris de como nada vale a pena e a humanidade é um fracasso – sem falar no amor:Love, despite what they tell you, does not concur all, it doesn’t usually last. In the end the romantic aspirations of our youth are reduced to WHATEVER works.

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