sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Friends with benefits

Mais um filme em que pessoas transam e se apaixonam, vide Sexo sem compromisso, Pagando bem que mal tem, Amor e outras drogas e dezenas de milhares de filmes da história do mundo inteiro.  Só que eu não estou com força de vontade pra brigar com o fato de que eu AMEI cada minuto do filme. mesmo ele pecando por falta de originalidade  - como, convenhamos, grande maioria do que se produz hoje em dia. E se for pra assistir um filme e ficar toda deslumbrada com a possibilidade de que sexo um dia se torne amor – amor envolve sexo então não deve ser algo tão absurdo, quem sabe esteja acontecendo comigo agora em um Universo Paralelo *-*, enfim, voltando ao fio da meada, se for pra ficar deslumbrada com um filme desses que seja um bem feito e com o Justin Timberlake de protagonista.

O filme começa quando o casal de amigos da história, ele, Dylan de Los Angeles e ela, Jammie de Nova York tem seus relacionamentos acabados e corações partidos. Pode-se ver a melhor interpretação pra aquele velho clichê: não é você, sou EU. EU NÃO GOSTO MAIS DE VOCÊ – a ex-namorada de Dylan diz pra ele. Já o ex-namorado de Jammie diz que ela é emocional damaged – estragada emocionalmente. Depois do incidente Dylan decide ir pra NY “estudar suas opções” e encontra Jammie que é uma espécie de “recruta” – na falta de termo melhor porque eu não vi o filme com legenda – pessoas pra trabalharem para grandes empresas e Dylan, que trabalhava num blog é o cara que ela procura pra GQ. Um belo dia eles tão vendo um filme e depois de altas conversas resolvem transar, sem sentimento. O que, na sétima arte, NÃO funciona. A cena do New York, New York é muito, muito legal, claro, o filme vende um pouco a cidade, mas não é exatamente como se NY não vendesse a si mesma. Trata-se de uma das cidades mais lindas do mundo, eu acredito, e a dança aquela pras pessoas se sentirem A PART OF THIS? Perfect.
O filme é bem comédia, tem muitas tiradas legais como as manias de Dylan de espirrar quando tem orgasmos ou só transar de meias são engraçadas. Quando ele tenta fazer numero 1 com o “hard on” também é muito engraçado. Além, claro, Tommy, o cara gay da editorial de esportes, que deixou umas palavras de sabedoria:
My guide book is simple: you wanna lose weight? stop eating, fatty
You wanna make money? Work your ass of, lasy
You wanna be happy? Find someone you like and never let him go.

Mas ia ser uma lacuna grande não contar que antes de assumirem que se gostam, eles tem outros affairs e que só depois de levar um fora e acabar indo pra LA com Dylan, Jammie descobre que gosta dele. E ele, só depois de um tempão de gelo dela e uma moral do pai dele com Alzheimer. Eles escalam o letreiro de Hollywood, how awesome is that?

 Enfim, as cenas de sexo são bem, bem interessantes. Dá até vontade, mas né, se você é uma garota, não faça pensando em nada além daquilo. Eu imagino quantas menininhas já abriram as pernas pensando que conseguiriam algum amor assim, e isso não me tira dessa lista na qual muito, mas muito provavelmente, a maioria das mulheres do mundo – em algum momento – se inserem. O cinema também tem culpa nisso.

Mas, cutting the crap, uma ultima coisa, o juramento sobre a Bíblia num iPod não podia ser sério mesmo. 


P.S: Eu queria mesmo - muito - coloca um dos meus prints bonitinhos, mas a internet da UPF não tá de boa comigo hoje ;*

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