A ameaça fantasma I é muito bom, a Federação do Comércio faz um bloqueio ao país da rainha Nabu (a linda da Natalie Portman) e , claro, por razões comerciais – eles querem cobrar taxas muito altas pro povo dela, eles acabam declarando guerra. Os cavaleiros de Jedi (um deles o Ewan McGregor, aquele lindo de Trainspottig) aparecem na missão diplomática de evitar a guerra e conseguir um acordo, mas são ignorados pelos caras do mau lá da Federação e encontram um povo tri estranho de pseudo-estupidos, mas super queridos que acabam ajudando eles e tal. Mas acho que tudo o que eu falei até agora não tem a menor relevância, o fato é que eu queria me sentir menos alienada quanto a cultura nerd e acabei achando o filme, surpreendentemente ,legal. Na real, eu sempre tive preconceito quanto a ficção científica, sempre me pareceu viagem demais, até eu assistir Dr. Who . Voltando à Star Wars, o garotinho Skywalker é a coisa mais amada do mundo e a maneira como ele acaba ganhando sua liberdade é bem digno. Ah sim, a guerra nas estrelas é bem mais interessante do que as guerras na terra, parece mais fácil quando o inimigo não tem vísceras. Haha.
Enfim, a ideia principal tá toda no texto em letras deitadas ao som de uma daquelas musicas de grandes coisas – tipo, sério mesmo, eu não consigo conceber nenhum momento da vida real que mereça uma trilha-sonora daquelas, mas enfim.
Continuando no filme II, Ataque dos clones, também de 99 que conta ainda a história do Anaki Skywalker, só que agora grande e – ainda mais - lindo, nesse filme, Luke, Ben, mestre Ioda e todos os Jedi tentam evitar a guerra contra o movimento separatista liderado pelo Conde Dookan, pra isso também precisam salvar a ex-rainha de Naboo e destruir o exercito de clones criado pra destruir a republica, mas que acaba servindo pra outras coisas no fim. Também nesse filme Anni perde a mãe e um braço e ganha uma esposa – sim, destino sofrível o do Skywalker, mas ficará pior. Coisas aleatórias que eu pensei vendo o filme: Pra quem eu diria “eu te amo” numa situação extrema. Mas só numa situação extrema. Hein? Ah, e eu PRECISO comprar um sabre de luz igual o do mestre Window ou um azul e um vermelho – representando o bem e o mal. Whatever.É em A vingança de Sith que o mal toma conta da galáxia, se instala o Império Galáctico, acabando a republica, Anni se torna Darth Vader na esperança vã de salvar sua esposa grávida, que ele ve morrer no parto em seus sonhos. Como ele acaba indo pras forças sombrias, ela morre. Mas isso é no final, antes Anni tem que lutar com a sua consciência e com todas as verdades e meias verdades que o rodeiam, além do Conselho dos Cavaleiros de Jedi que não lhe dá crédito algum e nem lhe confia uma missão importante ou lhe torna mestre, todos os nãos que recebe, além do Chanceler que fica lhe dizendo como ele merece mais considerando-se o quão bom e forte ele é, Skywalker vai se desvirtuando e se tornando cada vez mais sombrio, mas no fundo, ele nunca se torna completamente mal porque ele acaba fazendo tudo por amor a Padma(?). não é lindo? Na real, o resto da guerra é como qualquer outra guerra, uma luta de egos por poder, resumindo. Apenas Skywalker age por medo de perder e isso acaba sendo sua ruína. Enfim, ele acaba matando a maioria dos outros cavaleiros, restando apenas seu antigo mestre, Ben, que quase o destrói – e essa quase destruição lhe rende o estado subumano com que Darth Vader ficou conhecido depois.
Em A nova esperança, que é o episódio IV, Luke Skywalker encontra os androides enviados pela princesa Léia (a possível segunda mulher mais sem graça do mundo) que está presa em uma nave nas mãos do perverso Império Galáctico, mais precisamente: nas mãos do terrível Darth Vader. Os rebeldes – como tá lá no texto – conseguem roubar os planos pro uso da Estrela da Morte, que estava nas mãos do Império e que é a razão do envio dos androides e todo o blá do filme. Legal mesmo é a segunda parte que parece um jogo de vídeo game. Ah sim, o Luke é um loiro meio aguado, mas tem o Han Solo que é o cara do Pequeno Príncipe e que é muito lindo, diga-se. Voltando ao filme, Luke conta com a ajuda de um antigo cavaleiro de Jedi pra chegar até a nave e salvar a princesa. Isso tudo no mesmo contexto do outro filme e com um monte de criaturas do além pra serem mortas. Continuação do filme A nova esperança, vem O império contra-ataca, Luke, Léia e Han estão exilados – o que não seria, exatamente, a palavra porque eles não tem um lugar específico ao qual pertençam, mas enfim – fugindo do Império e pra isso estão escondidos no mundo gelado de Hoth. O império contra-ataca é o melhor filme da série, na minha opinião, é o que tem mais ação e emoção também, o conflito entre o bem e o mal fica mais acentuado que nunca, Luke descobre que seu pai – o menino querido e lindo aquele, pois é – é, na verdade, Darth Vader. Será que Luke resistirá? Devemos confessar que as vezes diante de tanta paunocuzagem e coisa ruim que nos rodeia, pode-se pensar em ir pras forças sombrias, além do mais, Luke é muito parecido com o pai, só que, claro, as semelhanças são um clichê, como eu sempre digo: num mundo redondo, os extremos se tocam, o muito bom está sempre a um passo do muito ruim. É como em Harry Potter – ok, me desculpem os nerds, mas é verdade, ele é a pessoa mais parecida com Voldemort no mundo, só que não são as semelhanças, são as diferenças, como diria Dumbledore. O Dumbledore do Luke é o Mestre Ioda, o bichinho verde e meio mau humorado, mas que é um querido. Enfim, espero que sejam mesmo as diferenças, porque eu sou extremamente parecida com a maioria das pessoas que eu odeio – embora, ainda bem, elas não saibam.
Voltando ao filme, eu lembrei de uma das grandes criticas que sempre se fez a ele: o barulho das explosões que acontecem o tempo inteiro e como sempre tinha um mala pra dar uma aula de física gratuita e não pedida: Sons não se propagam no espaço. Verdade, mas guerras também não acontecem nas estrelas então, né. não gosto de gente implicante. Ultimo comentário: o C3PO se parece muito com o robô depressivo do Guia do Mochileiro das Galáxias. Se parece muito com um colega de aula que eu tenho na terça-feira de manhã, beijo pro Roberto.
Coisa mais do contra essa saga, sério mesmo, o filme I, II e III foram gravados em 99 e afins, enquanto a IV, V e VI nos anos 70. De qualquer forma. Isso me fez pensa um monte de coisa, como por exemplo, se nos anos 70 já se podia fazer um filme como Star Wars talvez a evolução nesse campo não tenha crescido tanto de lá pra cá, não é verdade? Se bem que, na maioria dos outros campos artísticos também dá pra reparar que não houve grande evolução – e não, não entremos nos campos tecnológicos, porque a despeito de isso ser um blog, tecnologias me deixam doente. Sei lá, é só que acho que tudo o que podia ser feito, já foi feito, agora só resta a gente divagar a respeito e estragar com o resto.
Mudei de ideia, o melhor filme da saga toda certamente é o último, O Retorno de Jedi, é o do exercito de coisas fofas, meeudeus, que bichinhos bonitinhos os do Retorno de Jedi. Ok, passado o meu momento mulherzinha – super compreensível porque né – é a ultimo filme e o confronto definitivo de Luke e seu pai, também é a descoberta de que ele, Luke, e Léia são irmãos e, claro, muita guerra e um pouquinho de romance entre Han e Léia.
Há muito tempo, numa galáxia muito, muito distante...
Capacidade de falar não é prova de inteligência.
Não importa de que Universo você vem, isso deve doer!
Medo caminho é para o lado escuro, medo leva a raiva, raiva ao ódio leva, ódio leva ao sofrimento
Seus olhos podem enganá-lo, não cofie neles.
Aguente firme, R2, você tem que voltar, não vai querer que a minha vida fique sem graça, não é?
Grande guerreiro? Guerra não faz grande ninguém.
O lado sombrio é mais forte? Não, mas sedutor bem mais.
Eu não acredito. É, e por isso fracassa.
Luke, você vai descobrir que muitas verdades a que nos apegamos dependem muito do nosso ponto de vista
Penso nela todos os dias desde que nos vimos pela ultima vez e ela me esqueceu completamente.
Meu coração está batendo com a esperança de que aquele beijo não se transforme numa cicatriz.
Então é assim que a liberdade morre: com um estrondoso aplauso.





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