segunda-feira, 14 de novembro de 2011

How I Met Your Mother

Ok, eu não posso abordar HIMYM como qualquer outra série porque não se trata – pra mim – de qualquer outra série. Não que eu não tenha começado a assistir a mesma aleatoriamente como todas as outras, mas porque eu me identifiquei com cada uma das particularidades dos personagens nas diferentes histórias vividas por cada um deles e por todos eles juntos.
Não que eu tenha tido a sorte até hoje de ter amigos assim como Ted, Barney, Lilly, Marshall e Robin. Talvez eu tenha chegado perto em várias situações, mas os meus relacionamentos sempre pecam na continuidade, são efêmeros, acabados sem adeus na minha vida nômade de drapetomaníaca. Mas voltando ao que interessa e fingindo que eu não fiz uma volta monstra antes de chegar ao assunto.
Na série, Ted conta pros seus filhos em 2030 como ele conheceu a mãe deles. No contexto da história de Ted, o seu colega de casa e grande amigo e a namorada dele (do Marshall) Lilly, a menina clássica dos American Pie e que é bem safadinha na série também – contrastando com a doçura quase retardada de Marshall, eles fazem o casal perfeito e isso contrasta com a situação do Ted de então (2005) solteiro e à procura.
Ted também representa o solitário carente que todo mundo tem dentro de si, ainda que lá no fundo. E a que a vontade de encontrar é que o impele às tantas desventuras inúteis, porque no fim, como o Ted do futuro reconhece ao longo das seis temporadas que já existem – é que o que quer que o amor seja ou signifique, ele vai chegar de onde você não espera e vai durar por um tempo que talvez seja bem menos que a vida inteira. Mas não é a continuidade e sim a intensidade.
Do outro lado, temos dois solteiros convictos, o Barney que é um grandessíssimo cretino sedutor, mas, no fundo, tem um bom coração e são dele as melhores e mais engraçadas frases e situações da série. E também tem a Robin que é uma jornalista canadense nova em Nova York que foi bem além de uma paixãozinha de Ted, se tornando grande amiga dele e de seus amigos. Robin é um pouco cínica e meio descrente do amor, individualista e com uma puta dificuldade em compartilhar. Exceto por se bem mais bem resolvida, ela é – pretty much , beem – eu.
Enfim, eu poderia discorrer longamente sobre algo tão familiar quanto HIMYM. Mas vou optar por não falar muito da mesma coisa em um post só – já que dificilmente alguém vai ler um texto muito grande – e vou postar pequenos posts a respeito de situações aleatórias porque graças a um amigo eu tenho todos os episódios pra assistir de novo e assim eu o farei nas próximas semanas.
 Então beijo, volto amanhã, como sempre que não é domingo.

P.S: Essa postagem ficou sem foto porque a internet está miseravelmente devagar e também porque eu pretendo usar alguns prints de frases da série pra comentários em outros posts, logo, um dia desses.

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