Ótimo filme. Confesso que só assisti depois da minha professora de Assessoria falar sobre o mesmo uma dezena de vezes, referindo-se ao tal “personal training”. Se pode-se mesmo envolver-se emocionalmente com a pessoa que está procurando ajuda, eu não vejo porque não seria um trabalho legal, uma vez que você pode ser amigo da pessoa. Ok, eu não acho que seja o que aconteça. Enfim, eu comecei o filme – graças à minha professora – pensando: quando esse filme acabar serão seis da tarde e o rei estará falando (porque eu aguardava, desgraçadamente, as seis da tarde, enfim). E foi o que aconteceu. Mas é claro que a maneira como Bertie se desenrola, em todos os sentidos, é muito comovente, até porque eu imagino como deve ser péssimo ter poder se você não se importa com o que os outros pensam (pessoalmente, eu acho que as pessoas só gostam do poder por isso), aliás, Bertie se importa. Mesmo antes de ser rei, ele sofre muito com o problema de fala, com o medo do ridículo, imagino que uma pessoa que gagueja sofra o mesmo que todo mundo quando sonha que está sendo assassinado, espancado, estuprado ou algo do gênero, porque você não pode gritar em sonho, tipo, você não pode nem correr algumas vezes, é muito horrível. Voltando ao filme, já que esse post já tá um caos sem o menos sentido mesmo, Bertie, graças à ajuda de seu amigo e “personal training” Lionel se torna um cara bom em discursos, apesar dos tropeços, mas o que ele é, desde o principio, é o que faz dele um grande rei: ele é um homem de coragem e perseverança. E foi assim que o Rei George VI, pai de Elizabeth ficou conhecido.

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